Melhorados os aparelhos reapareceram uma década depois em Máquinas de refrigerantes e foram elas que popularmente espalharam rapidamente para outros tipos de equipamentos.
Voltando à conversa
Isto adicionou um terceiro e um quarto componente participante na conversão, tomando-se assim, lugar na transação. O inteligente aceitador de moedas (Coin Mechanism) agora precisava ser ligado com um aceitador de notas (Bill Validator) no qual providenciaria uma segunda fonte de informação de crédito.
Este inteligente mecanismo (Coin Mech) entregava o sinal para a vending machine e também para o trocador baseado na informação de crédito recebida de sua própria lógica de aceitação de moedas tão bem quanto vinda do aceitador de notas (Bill Validator).
Isto também tornou-se possível a captura de auditoria de dados (Contabilidade de Vendas) instalando-se um módulo entre o mecanismo de moedas e a máquina. Isto deu margem ao crescimento do primeiro sistema de gerenciamento de informção. Isto foi possível, é claro, mas teve-se que construir um módulo de captura de dados dentro do próprio mecanismo de moedas.
Fiação e cabos desta maneira cresceram, e os fabricantes diziam que precisavam de pouco mais de preocupação para acomodar componentes vindos de outros fabricantes. Houve um grande mercado na terceira metade da década de fornecedores de Kits, que permitiam vários tipos de interconexão, com maior ou menor dificuldade e maior ou menor custo.
O próximo passo foi transferir a função de controle do mecanismo de moedas para uma placa de controle da vending. Na segunda geração as vending machines tiveram o desenvolvimento das placas de controles para aceitar sinais de entradas, vindo dos aceitadores de notas e moedas e leitores de cartão, e a resposta com o sinal apropriado para os mecanismos de entrada de produtos e mecanismos de troco, no caso, o moedeiro. Todos os preços nesta ocasião, eram agora colocados diretamente na Vending Machines e todas as informações eram fixadas na placa de controle da máquina e não mais como era no aceitador de moedas
Esta placa de controle poderia também suportar memória para captura de dados (contabilidade da máquina), representados por cada sinal gerado em cada transação.
Padrões desejados
A esta altura, tornou-se evidente que a padronização foi muito necessária. A primeira tentativa na máquina para alojamento e recuperação de dados foi o famoso "sistema gerenciador de informações", no meio dos anos 1970, que falharam e chamaram a atenção a estes interesses porque três ou quatro sistemas disponíveis foram patenteados, e todos os caminhos vindos do módulo de captura de dados para o interrogador foram usados para coletar tais informações. E a partir desta situação a Vending Machine foi sendo construida com a placa de controle que poderiam ter interface com os aceitadores de moedas e notas e leitores de cartões, terminais escritos para diferentes fabricantes.
Antes disso, a NAMA - National Automatic Merchandising Association E.U.A. - formou um comitê vindo de representantes de companhias fabricantes de máquinas e desenvolvimento de softwares para desenvolver os padrões necessários. Dois itens precisavam ser endereçados. O primeiro à receber mais atenção, foi o formato uniforme para alojamento e captura de dados e o protocolo padrão que seria utilizado para transmitir ao cliente tais informações. Foi criado então o componente HHC - Hand Held Computer, um computador de mão no qual se extraiam os dados alojados na máquina e também sugestões futuras para criação de sistema via modem conectados remotamente via computador, via terra ou rádio link. Levando via cabo isto poderia tornar-se um promissor Sistema de gerenciamento de informações, permitindo que cada máquina capturasse e aloja-se a transação de dados a um formato padrão.
Na primeira parte o hardware (máquina) e o software desenvolvidos poderiam designar um sistema para ler estes dados. O operador poderia escolher o melhor sistema e acoplar a sua operação específica, e confiante que não se tornaria obsoleto para próximas modificações.
O segundo passo foi o padrão de interconexão da máquina controladora com os componentes periféricos como: Aceitador de moedas, Aceitador de Notas e Leitor de cartão, ou qualquer outro componente necessário para mandar a informação para a placa de controle, ou para responder a inoformação editada por ela.
Fazendo o progresso
O primeiro passo foi a adoção do Padrão da indústria de transferência de dados. Isto inclui a adoção obrigatória e campos opcionais para alojamento de dados na placa de controle tão bem o uso do DEX\UCS - protocolo de comunicação de dados. DEX\UCS é composto de 3 linhas de comunicação RS-232 que é um protocolo serial familiar, de computadores de uso pessoal e originalmente foi desenvolvido para permitir a organização de rota, entrega e/ou abastecimento de produto ao varejo. Posteriormente foi incluido HHC-Hand Held Computer que puderam se comunicar com os clientes em computadores de loja.
DEX\UCS - abreviado, significa Data Exchange / Uniform Communication Standard e é mantido pelo Uniforme Code Council. Simples de ser incluído nos produtos e já utilizado largamente nas companhias engarrafadoras e produtores de comida e salgados. O DEX\UCS foi uma escolha lógica para o mercado também de vending. É tratada como uma pequena loja com o qual, o motorista de rota, ou o supervisor podem trocar informações de vendas.
A NAMA e o comitê de padrões também ratificaram protocolos de comunicação de dados DDCMP popularmente conhecido na Europa usa o DEX\UCS e a sua escritura de dados, mas emprega o módulo lightbeam - troca de informação por sensores infra-vermelho ao invés de um cabo de transferência de dados vindo da vending Machines para o Hand Held Computer (HHC).
Multi Drop Bus
O segundo passo tem sido resolvido com a adoção do protocolo de comunicação MDB no qual fornece confiança e uma tremendo método de expansão para interação entre as Vending Machines e os periféricos nelas instalados. O MDB é um outro passo a frente com tendências para fazer a vending machines mais flexíveis.
Há grandes tendências para que ás máquinas fabricadas sejam todas padronizadas neste protocolo, ou então pelo menos uma opção de saída do protocolo MDB já que a maioria das máquinas no continente Europeu e Asiático, possuem outros protocolos de comunicação, dentre eles, o Executive ou protocolo A.
continua...
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